A Rede Brasileira de Reprodutibilidade lista 7 recomendações gerais abordando a reprodutibilidade de análises, de métodos, de resultados e de inferências.

Em 2024 a Rede Brasileira de Reprodutibilidade criou seu primeiro grupo de trabalho, dedicado a discutir o papel dos periódicos na promoção de reprodutibilidade na pesquisa. Esta foi uma sugestão de um de nossos membros, o programa SciELO, e, em colaboração com uma segunda instituição membro, a ABEC Brasil, elaboramos um breve plano de ação para o GT e todos os membros foram convidados a participar.
O primeiro resultado desse GT é a lista de Recomendações para promoção de reprodutibilidade em pesquisa por periódicos, que reúne 7 recomendações gerais, divididas em 4 tipos de reprodutibilidade (veja o infográfico acima). Para cada recomendação, existem também algumas sugestões de implementação prática categorizadas em níveis de dificuldade.
No nível fácil, consideramos mudanças que devem ter pouco impacto na rotina dos periódicos e não envolvem custos adicionais. Nos níveis intermediário e avançado, o impacto financeiro e nos fluxos editoriais aumenta, provavelmente de formas diferentes em periódicos que possuem estrutura e tamanhos variáveis. Com isso, espera-se que qualquer periódico consiga encontrar um ponto de partida e um caminho de evolução de suas ações em prol de uma maior reprodutibilidade na pesquisa que publicam.
O próximo passo para esse grupo de trabalho é desenvolver critérios para que a Rede Brasileira de Reprodutibilidade tenha periódicos como membros e organizar um evento online de discussões e troca de experiência entre editores que já começaram a implementar reformas em seus periódicos. Acompanhe as novidades nos próximos meses pela nossa newsletter.
O texto completo das recomendações está disponível em https://osf.io/spnry e uma versão resumida pode ser lida em https://osf.io/axmw7. Tem algum comentário ou sugestão? Envie por email (redereprodutibilidade@gmail.com) ou participe da nossa comunidade no Zulip.
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